POR QUE VOTAR NA OPOSIÇÃO

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1. Lutamos pela estabilidade no emprego dos trabalhadores bancários. Chega de demissões.

2. As terceirizações, reestruturações e descomissionamentos reduzem o salário  e precarizam as condições de trabalho e a qualidade dos serviços prestados à população. Lutamos pelo fortalecimento dos bancos públicos e contra as privatizações

3. Retomaremos o Conselho de Delegados Sindicais com poder deliberativo. Defendemos os direitos já conquistados e queremos um sindicato independente de governos e banqueiros, com autonomia em relação a partidos políticos.

4. Combatemos a utilização política dos nossos fundos de previdência e o equacionamento aos aposentados. Queremos uma gestão comprometida com os trabalhadores e punição aos dirigentes responsáveis por desvios.

5. Rechaçamos o assédio moral e a pressão das metas. Defendemos manutenção da jornada de 6 horas para todos os bancários, e mais contratações para combater a sobrecarga de trabalho.

6. Pela defesa e garantia de uma PLR para todos. Somos nós que produzimos os lucros dos bancos.

7. Pelo direito à saúde. Somos contra o aumento das mensalidades dos planos e defendemos a transparência de suas gestões. As condições de trabalho cada vez mais precárias são as causas do adoecimento da categoria, que os bancos se responsabilizem pela saúde dos seus trabalhadores.

8. Lutamos pela isonomia de direitos na categoria. Somos todos bancários com condições de trabalho marcadas pela pressão dos bancos.  Não podemos deixar que os banqueiros nos dividam.

9. Vamos mudar a política e estrutura atuais do nosso sindicato. A situação prega “renovação”, mas entrega de direitos. Debateremos com a categoria a desfiliação da CUT, por não representar os interesses da categoria, mas sim de governos e banqueiros.

10. A categoria se mobiliza quando confia no sindicato. Mobilizaremos os bancários contra a retirada de direitos da Reforma Trabalhista e contra a Reforma da previdência, que acaba com a nossa aposentadoria.

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É PRECISO LUTAR PARA NÃO ADOECER

 

A pressão por metas cresce,alavancadas por ferramentas tecnológicas e de gestão, criando um terreno perfeito para o assédio moral se institucionalizar. Como consequência, o adoecimento mental virou a nova praga dos bancários. A média dos suicídios por motivos ligados direta ou indiretamente ao trabalho é uma tragédia.Agora o governo Bolsonaro quer aprofundar a precarização dos planos de saúde e caixas de assistência do conjunto das empresas estatais. Os bancos privados também estão impondo aumentos na contribuição de seus funcionários aos planos de saúde. Para os banqueiros os trabalhadores são peças de sua engrenagem de geração de lucro. O trabalho nos adoece e os bancos não assumem suas responsabilidades com a saúde coletiva. Ao contrário, têm a politica de trocar os adoecidos ou mais caros por outros, mais “baratos”. A única solução é resistir e enfrentar. Vamos resgatar a solidariedade, a organização e mobilizar os bancários a partir dos locais de trabalho pela nossa saúde!

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Nos primeiros 3 meses de 2019, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED, os bancos fecharam 1.655 postos de trabalho no país. Desde 2013, os bancos acumulam saldo negativo de 62,3 mil postos.

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Os números sobre a situação de saúde da categoria são alarmantes, já que o total de bancários afastados por doença cresceu 30% entre 2009 e 2017, segundo o INSS, sendo que destes, os casos de transtornos mentais e comportamentais cresceram 61,5% no período.

 

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Somos uma chapa de oposição formada por bancários da base, unidos de forma independente de patrão, governos e partidos políticos. A burocracia sindical da CONTRAF/CUT do nosso sindicato age do lado dos banqueiros, entregando direitos e piorando as nossas condições de trabalho. Nosso objetivo é organizar a categoria e lutar pelos interesses dos trabalhadores, pela garantia de emprego, por melhores condições de trabalho e de salário, e contra o adoecimento. Junte-se a nós e vamos juntos resgatar o sindicato.

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Nascemos na década de 1980 lutando pela manutenção de diretos frente às medidas dos patrões e do governo, construindo um período de amplas mobilizações como a Greve Nacional pela jornada de 6 horas, o Quebracaço contra as reestruturações nos bancos privados, a Passeata dos 100 mil contra o arrocho salarial e as demissões em massa.

 

A partir de 1992, quando o Sindicato dos Bancários de Brasília passa a ser comandado pela CONTRAF/CUT, nos engajamos na tarefa de resgatar a direção da entidade para as mãos dos trabalhadores bancários, em oposição à burocracia sindical cutista, que age do lado dos banqueiros permitindo a retirada de nossos direitos, como licença-prêmio, Saúde Caixa, 7ª e8ª horas, estabilidade no emprego, dentre outros.

 

Diante disso a insatisfação da categoria com a direção do sindicato tem aumentado, ao mesmo tempo em que governos e patrões precarizam cada vez mais as condições de trabalho, o que exige a mudança da nossa entidade sindical.

 

A Oposição Bancária possui ação permanente, com jornais periódicos, ações culturais, atividades de formação e piquetes independentes. Com os bancários seguimos firmes na luta por melhores condições de trabalho e por nenhum direito a menos. 

©2019 Newdare. Rafael Simão da Silva

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