Saúde coletiva

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É PRECISO LUTAR PARA NÃO ADOECER

 

A pressão por metas cresce,alavancadas por ferramentas tecnológicas e de gestão, criando um terreno perfeito para o assédio moral se institucionalizar. Como consequência, o adoecimento mental virou a nova praga dos bancários. A média dos suicídios por motivos ligados direta ou indiretamente ao trabalho é uma tragédia.Agora o governo Bolsonaro quer aprofundar a precarização dos planos de saúde e caixas de assistência do conjunto das empresas estatais. Os bancos privados também estão impondo aumentos na contribuição de seus funcionários aos planos de saúde. Para os banqueiros os trabalhadores são peças de sua engrenagem de geração de lucro. O trabalho nos adoece e os bancos não assumem suas responsabilidades com a saúde coletiva. Ao contrário, têm a politica de trocar os adoecidos ou mais caros por outros, mais “baratos”. A única solução é resistir e enfrentar. Vamos resgatar a solidariedade, a organização e mobilizar os bancários a partir dos locais de trabalho pela nossa saúde!

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Nos primeiros 3 meses de 2019, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED, os bancos fecharam 1.655 postos de trabalho no país. Desde 2013, os bancos acumulam saldo negativo de 62,3 mil postos.

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Os números sobre a situação de saúde da categoria são alarmantes, já que o total de bancários afastados por doença cresceu 30% entre 2009 e 2017, segundo o INSS, sendo que destes, os casos de transtornos mentais e comportamentais cresceram 61,5% no período.

 

©2019 Newdare. Rafael Simão da Silva

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